Os devaneios do paranóico menino Carluxo

Meu papai deixa:

Essa não foi a primeira vez que um filho de presidente desfilou no carro oficial e participou do desfile de posse. Nas cerimônias de posse de Dilma, em 2011 e 2015, a ex-presidente esteve acompanhada pela filha, Paula. No entanto, a, não tão inesperada, cena de Carlos no desfile de posse de seu pai como presidente foi considerada por pessoas próximas ao capitão milícia como uma demonstração de poder e influência do filho mais próximo de Bolsonaro. Segundo o jornal O Globo, Carluxo estava armado durante todo o trajeto em carro aberto feito pelo pai e pela primeira-dama, Michelle.

Contra tudo e todos:

Durante a internação médica de Jair Bolsonaro para retirada da bolsa de colostomia, Carlos era frequentemente visto despachando dentro do Palácio do Planalto e isso era extremamente estranho já que ele não faz parte do governo e não é deputado ou senador como são os seus irmãos Eduardo e Flávio.
A inapropriada postura do menino Carluxo logo foi compreendida por todos, ele estava lá numa missão secreta para vigiar o vice Mourão, suspeito de conspirar contra seu pai. A atitude de Carlos reflete a paranóica* que vive seu clã, dentro de uma grande teoria da conspiração, onde todos, aliados ou não, vivessem planejando algo contra eles.

Minha SS:

De acordo com Lauro Jardim, colunista de O Globo, Carlos Bolsonaro, com aprovação do pai, o presidente Jair Messias Bolsonaro, tinhas planos mirabolantes para montar um serviço secreto paralelo de espionagem. Tal agência paralela seria composta por delegados e agentes da PF escolhidos a dedos, todos de confiança do clã Bolsonaro.
Diante de tamanho delírio, o general Augusto Heleno, que, aliás, comanda a Agência brasileira de inteligência ( Abin), foi quem teve quê dar uma de “Supernanny” e impor limites ao acabar com o tresloucado sonho do aspira à Heinrich Himmler em criar uma Schutzstaffel para chamar de sua.

Em nome do pai:

Após, sem nenhuma prova, acusar o então ministro Gustavo Bebianno de vazar informações sobre o clã Bolsonaro para a impresa, o filho queridinho do capitão milícia chegou ao nível de colocar um espião no Palácio do Planalto. Leo Índio, como é conhecido o primo de Carlos, circula por lá com crachá amarelo, mas sem cargo no governo. Não satisfeito, Carluxo ,na condição de porta-voz do pai, o que já é uma anomalia,resolver chamar Bebianno de mentiroso. A atitude, que além de descabida, o filho de presidente agir como se fosse autoridade, produz um crime grave: a divulgação da gravação de uma conversa entre um presidente da república e seu ministro.

*A paranoia, também denominada pensamento paranóico (ou paranóide), consiste em uma psicose caracterizada pelo desenvolvimento de um pensamento delirante crônico, lúcido e sistemático, provido de uma lógica interna própria, sem apresentar alucinações.

Nesta patologia, o indivíduo desenvolve uma desconfiança ou suspeita exacerbada ou injustificada de que está sendo perseguido, acreditando que algo ruim está para acontecer ou que o perseguidor deseja lhe causar mal.

Caio Magalhãesolulista

2 comentários em “Os devaneios do paranóico menino Carluxo

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